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O poste imediatamente anterior fez-me recordar uma história gira da minha infância!

Corria o ano de qualquer coisa e troca o passo e o Natal aproximava-se!
Aqui em casa a árvore de natal já estava feita, com a nossa linda árvore de natal manquinha, que usamos durante anos a fio! Acreditem ou não, mesmo depois de perder todas as perninhas a árvore postiça como era carinhosamente tratada continuou a ser usada!

Mas pronto, isto agora também não interessa nada!

O que interessa é que a N, a minha vizinha e fiel companheira de aventuras na infância ainda não tinha feito a sua árvore de Natal, e ao ver a minha toda enfeitadita lá decidiu que havia de fazer a sua naquele dia! (é reter esta informação!)
Até aqui tudo bem!

Ora lá fomos nós todas contentes comunicar à Sô Dôna mãe da N que íamos fazer a árvore de Natal, estávamos super decididas!
Acontece que na casa da N na altura se usavam árvores naturais, ou seja era necessário ir buscar a dita cuja ao monte! Acontece que chovia neste dia e portanto a mãe da N não achou piadão nenhum à ideia e declarou logo que não havia árvore para ninguém.

Ora se reteram informação lá em cima perceberam que estava mais que decidido que o dia de fazer a árvore era aquele!
Ora como mulheres decididas que éramos já naquela altura esperamos, e assim que parou de chover um bocadito lá foram elas de serrote em punho rumo ao pinheiral aqui ao lado de casa!
Acontece que quando chegamos lá demoramos para encontrar um pinheiro á nossa medida, quando encontramos começou a N a serrar o dito e eu a segurar empurra-lo para o lado contrário ao nosso a ver se não nos matávamos, isto tudo enquanto segurava no guarda-chuva porque entretanto tinha começado a chover!

Ventava como se o mundo fosse acabar, mas nós continuamos, estávamos decididas a fazer aquela árvore de Natal!
Quando o pinheiro estava finalmente quase cortado olhamos para o lado e vimos um pinheirinho perfeito super direitinho já no chão.
Ora toca de serrar um bocadito o tronco para podermos com ele enquanto o outro pinheiro quase caía em cima de nós, chovia, segurava  no guarda chuva, a N enterrava as suas lindas sapatilhas azuis bebé na lama e as nossas mais berravam por nós!

Enfim, ainda hoje é o dia em que não sei como não levamos um tareão das nossas mãe-
Mas em todos os Natais se fala do dia em que fizemos a árvore de Natal da N com um pinheiro qu fomos buscar ao monte! :)


PS: Convem dizer que depois deste episódio a mãe da N comprou uma árvore artificial!



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